Ciência

China lança com sucesso segundo módulo da estação espacial

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Como se sabe, a China está também com vários projetos no espaço. A Estação Espacial chinesa Tiangong, ou Grande estação modular chinesa é uma estação espacial em órbita baixa terrestre entre 340-450 km acima da superfície da Terra.

A China lançou hoje com sucesso o segundo de três módulos da sua estação espacial em construção no espaço, um passo crucial para a conclusão da instalação.

China lança com sucesso segundo módulo da estação espacial


Estação Espacial da China deverá estar pronta no final do ano

A nave espacial Wentian, que pesa cerca de 20 toneladas e não tem astronautas a bordo, foi impulsionada às 07:22 em Lisboa por um foguete Long March 5B a partir do centro de lançamento Wenchang na ilha tropical de Hainan (sul).

Um quarto de hora mais tarde, um funcionário da agência espacial responsável pelos voos tripulados (CMSA) anunciou o “sucesso” do lançamento.

Este módulo de laboratório, que tem quase 18 metros de comprimento e 4,2 metros de diâmetro, deve atracar com Tianhe, o primeiro módulo da estação, que está em órbita desde abril de 2021.

A operação de acoplagem é um desafio para a tripulação, uma vez que requer várias manipulações sucessivas e de alta precisão, nomeadamente com um braço robótico.

China lança com sucesso segundo módulo da estação espacial

Chamada Tiangong (Palácio Celestial) mas também conhecida pela sua sigla CSS (Chinese Space Station em inglês), a estação espacial chinesa deverá estar totalmente operacional até ao final do ano.

A estação espacial terá então a sua forma final em forma de T. O seu tamanho será semelhante ao da extinta estação espacial russo-soviética Mir. Espera-se que a sua vida útil seja de pelo menos 10 anos e possivelmente 15 anos.

A China enviou o seu primeiro astronauta para o espaço em 2003. No início de 2019, aterrou uma nave espacial no outro lado da Lua, uma estreia mundial. Em 2020, trouxe de volta amostras da Lua e finalizou Beidou, o seu sistema de navegação por satélite, um concorrente do GPS norte-americano. Em 2021, a China aterrou um pequeno robô em Marte e planeia enviar humanos para a Lua até 2030.

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