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Apoio de 20 euros para livros confirmado para 2024-2025

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Em novembro falámos aqui no Cheque-livro. Trata-se de um programa do Governo, direcionado para jovens dos 18 anos e será distribuído já em 2024. Esta medida vai beneficiar 200.000 pessoas, segundo revelou o ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva.

Apoio de 20 euros para livros confirmado para 2024-2025


Já se encontra em Diário da República a transferência de 4,4 milhões de euros do Fundo de Fomento Cultural para a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, para o programa cheque-livro que vai acontecer em 2024-2025.

Em 2022, no final do confinamento por causa da pandemia da COVID-19, a APEL entregou aos ministérios da Cultura e da Educação, à secretaria de Estado do Comércio e Turismo, e à Presidência da República um documento com “três medidas” que considerava importantes para mitigar problemas das famílias no acesso à Cultura e ao livro, e para dinamizar o setor livreiro.

Nos termos do Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de maio, na sua redação atual, que aprova a orgânica da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), a DGLAB tem por missão assegurar a execução de uma política integrada do livro não escolar, das bibliotecas e da leitura, competindo-lhe, nomeadamente, assegurar o desenvolvimento de uma política do livro não escolar e da leitura e promover a leitura, em articulação com os setores públicos e privado.

Apoio de 20 euros para livros confirmado para 2024-2025

À DGLAB, em articulação com o FFC, foi incumbida da conceção e implementação do Programa do Cheque Livro, o qual será concretizado mediante a atribuição de vales para aquisição de livros através de uma plataforma eletrónica criada para o efeito

O diploma autoriza o Fundo de Fomento Cultural a realizar a despesa decorrente da concretização do Programa de Cheque Livro, até ao montante máximo de € 4 400 000,00. É também determinando que os encargos orçamentais previstos no número anterior não podem exceder, em cada ano económico, os seguintes montantes:

  • a) 2024 — € 4 000 000,00;
  • b) 2025 — € 400 000,00.
Autor: Pedro Pinto
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Comentários

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  1. Avatar de orring
    orring

    Este apoio é no mínimo ridículo, 20€ nos dias que correm nem para um livro dá na esmagadora das vezes…

    1. Avatar de Aves
      Aves

      4.400.000€ / 20€ = 220.000 alunos
      220.000 x 40€ = 8.800.000€
      Parece a mesma coisa, mas multiplicar (por muitos) não é o mesmo que somar (por poucos)
      Mas tem a sua graça que tanto se critica o Estado quando dá muito (… despesistas!) como quando dá pouco (… sovinas!).

  2. Avatar de Júlio Martins
    Júlio Martins

    a meu ver, a maioria da verba vai ser despendida na criação da plataforma… e, claro, esse “trabalho” será feito por um “boy”

    1. Avatar de Aves
      Aves

      Outra variante: o Estado diz que o dinheiro é para os alunos e aparece alguém a dizer que é para um “boy” 😉

      1. Avatar de Sungas
        Sungas

        O dinheiro não é para os alunos. É um subsidio encapotado à APEL ou achas que incluem por exemplo livros da amazon ?

        1. Avatar de Aves
          Aves

          A Amazon tem livraria? A condição é entrar numa livraria (loja física) incluindo bibliotecas itinerantes.
          De facto não é para alunos – é para jovens com 18 anos. Se estimular as vendas dos editores e das livrarias ótimo.

        2. Avatar de Darth
          Darth

          Ideia é apoiar livrarias e editoras nacionais. Não estrangeiros

  3. Avatar de Miguel
    Miguel

    Dá para comprar a turma da Mónica, o cebolinha e o cascão lol

  4. Avatar de CF
    CF

    “Video killed the radio star”, é uma forma de financiar quem já devia estar a fechar as portas.

    Há formas modernas mais rápidas e eficientes para aprender.

    1. Avatar de Darth
      Darth

      Ironicamente, a rádio está bem de saúde. Pessoalmente, ebooks acho-os interessantes, mas prefiro físicos

  5. Avatar de Santos
    Santos

    O problema é que os livros técnicos bons, já saí caros na língua original, então se forem traduzidos para português de Portugal custam 4 vezes mais.