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A trabalhar a partir de casa? Ajudamos a pagar menos na conta da luz

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Muitos profissionais descobriram que as suas casas podem ser escritórios tão produtivos — ou até mais — do que os tradicionais espaços corporativos. No entanto, essa transição trouxe consigo um desafio inesperado: o aumento significativo das contas de eletricidade.

A trabalhar a partir de casa? Ajudamos a pagar menos na conta da luz


Entre computadores ligados mais de oito horas por dia e a necessidade de manter um ambiente adequado para videoconferências, os custos energéticos domésticos dispararam para muitas famílias.

Claro que a chegada da estação mais quente do ano intensifica esta realidade. Com as temperaturas elevadas, o consumo elétrico residencial cresce exponencialmente, especialmente com o uso de aparelhos de ar condicionado ou ventoinhas para manter o conforto térmico.

A revolução do teletrabalho e os seus impactos energéticos

É aqui que plataformas especializadas como a planosluzgas se tornam aliadas fundamentais, ao oferecerem orientação eficaz sobre as melhores tarifas disponíveis no mercado e fornecerem insights valiosos para otimizar o consumo doméstico.

Antes, as casas permaneciam praticamente vazias durante o horário de expediente, com consumo mínimo de energia. Agora, para quem faz teletrabalho, funcionam como verdadeiros centros de produtividade. É necessário alimentar constantemente os equipamentos de trabalho, sistemas de iluminação adequados e climatização apropriada.

Imaginemos a Maria, uma designer gráfica que trabalha a partir de casa há dois anos. O seu computador de alto desempenho consome energia equivalente a três frigoríficos a funcionar em simultâneo. Juntemos o ar condicionado ligado das 8h às 18h, a impressora multifunções, um segundo monitor e iluminação para videoconferências. O resultado? A sua conta da luz triplicou face ao período pré-pandemia.

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Alguns estudos recentes indicam que famílias com trabalhadores em teletrabalho registaram um aumento médio de 25% a 40% no consumo energético doméstico. Este aumento não é uma questão de luxo, mas sim uma necessidade profissional com impacto direto no orçamento familiar.

Desvendar o labirinto das tarifas de energia

A complexidade do mercado energético atual pode ser intimidante para o consumidor comum. Existem várias modalidades de tarifários, cada uma com particularidades e vantagens específicas. As tarifas planas oferecem previsibilidade, enquanto as opções com discriminação horária podem proporcionar uma poupança significativa para quem consegue concentrar o uso de equipamentos de maior consumo nos períodos de menor custo.

Para quem trabalha a partir de casa, compreender estas nuances pode representar uma economia anual considerável. Vejamos o caso do João, programador freelancer, que descobriu que, ao mudar para uma tarifa bi-horária e programar as atividades de maior consumo para o período noturno, conseguiu reduzir a conta da luz em 35%. Passou a fazer backups, renderizar vídeos e carregar equipamentos depois das 22h, aproveitando os preços mais baixos.

A guerra dos gigantes: comparar fornecedores

A escolha entre o mercado regulado e o mercado livre é outro fator a considerar nesta equação da poupança energética. Enquanto o mercado regulado oferece estabilidade e é supervisionado pela ERSE, o mercado livre pode proporcionar condições mais competitivas e planos personalizados. Os grandes fornecedores como a EDP, Iberdrola, Endesa e Repsol competem constantemente por clientes, criando oportunidades atrativas para consumidores bem informados.

Cada gigante energético tem a sua estratégia própria. A EDP aposta em soluções integradas e tecnologia verde, com tarifas especiais para quem investe em painéis solares. A Iberdrola destaca-se pela estabilidade de preços e atendimento personalizado. A Endesa oferece planos flexíveis adaptados ao perfil de cada consumidor. Já a Repsol combina eletricidade e combustíveis em pacotes apelativos para famílias com várias necessidades.

É neste “campo de batalha” que surgem estratégias eficazes e, plataformas especializadas como a planosluzgas, são a ferramenta que vai ajudar a escolher o tarifário ideal para o seu perfil de teletrabalho.

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Tecnologia ao serviço da economia doméstica

O teletrabalho trouxe também à tona a importância de investir em eficiência energética dentro de casa. Mudanças simples, como trocar lâmpadas tradicionais por LED, ajustar corretamente a temperatura do ar condicionado ou utilizar equipamentos com melhor classificação energética, podem gerar poupanças significativas a longo prazo.

A automação residencial representa o próximo passo nesta evolução. Termóstatos inteligentes que aprendem os hábitos, tomadas que desligam equipamentos em standby automaticamente e sistemas que ajustam a iluminação conforme a luz natural disponível. Estas tecnologias não são luxos: são investimentos que se pagam rapidamente através da poupança energética.

O futuro sustentável do trabalho a partir de casa

Para famílias que adotaram o teletrabalho como modelo permanente, a gestão inteligente da energia elétrica tornou-se uma competência essencial. Reduzir custos e criar um ambiente doméstico sustentável e economicamente viável é possível.

O futuro aponta para casas cada vez mais inteligentes e eficientes. Painéis solares domésticos, baterias de armazenamento e sistemas de gestão energética integrados estão cada vez mais acessíveis à classe média. Estas tecnologias prometem — e cumprem — reduzir custos e tornar as casas parcialmente independentes da rede elétrica tradicional.

Em conclusão…

O teletrabalho transformou a gestão de energia doméstica numa necessidade crítica. Abordámos como o verão (ou inverno) intensifica o consumo elétrico e a importância de escolher tarifas adequadas. Com a ajuda de ferramentas inteligentes, é possível tomar decisões mais informadas, gerar poupanças reais e promover um estilo de vida mais sustentável.

Autor: Pplware
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Comentários

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  1. Avatar de Jonas
    Jonas

    Poupa se dinheiro do aluguer de um espaço loja.

  2. Avatar de Zé Fonseca A.
    Zé Fonseca A.

    com a quantidade de empresas a colocarem mandatários 4 dias no escritório cheira-me que o teletrabalho em funções não IT tem os dias contados

    1. Avatar de Rui Almeida
      Rui Almeida

      “…em funções não IT…” Até mesmo em funções IT tem os dias contados. Deixe vir o Outono que você vai ver.

      1. Avatar de Zé Fonseca A.
        Zé Fonseca A.

        Se for global não me aquece nem arrefece, estou todos os dias em escritório ou em viagens a outros escritórios.. preferia que não fosse assim pela minha malta, maioria prefere ficar em casa e como entregam eu também prefiro que fiquem em casa

  3. Avatar de Miguel Ângelo Figueiredo Oliveira
    Miguel Ângelo Figueiredo Oliveira

    Poupa-se no combustível.

  4. Avatar de Manuel da Rocha
    Manuel da Rocha

    A premissa é que é falsa.
    É que a empresa poupa 180000 euros, mensais, com a electricidade e paga 20000 euros, no total, em ajudas de custo, aos funcionários. E assim se fazem 160000 euros de lucros imediatos, mensalmente. Depois, pagam 900000 euros, a cada dirigente, compram 8 Tesla e, vão queixar-se que pagaram 400000 euros, de IRC.

  5. Avatar de Figueiredo
    Figueiredo

    Quem tem de pagar os gastos inerentes ao teletrabalho quando este é obrigatório e não uma escolha são as empresas, não são os trabalhadores.

  6. Avatar de KingSOL
    KingSOL

    Só trabalha quem não sabe investir.