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Hardware para PCs Gaming vai desaparecer? Hideo Kojima acredita que sim!

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Dentro do setor dos computadores, existe a categoria dos PCs Gaming que são dos mais procurados por quem quer uma verdadeira máquina, não só para jogar, mas também para conseguir um equipamento que ofereça um desempenho superior em termos gráficos e nao só.

No entanto, recentemente o popular designer de jogos Hideo Kojima, que trabalhou na Konami, afirmou que o hardware para PCs Gaming vai desaparecer no futuro.



Hideo Kojima diz que o hardware para PCs Gaming vai desaparecer

Para quem não conhece, Hideo Kojima é um designer japonês de jogos que exerceu funções na Konami, tendo sido vice-presidente da Konami Computer Entertainment Japan. Atualmente ocupa o cargo de diretor-executivo do estúdio Kojima Productions, fundada em 2005. O nome do designer está associado a vários jogos populares, como Metal Gear e Snatcher.

Portanto, Hideo Kojima é um nome respeitado e estimado no mundo dos jogos, mas agora o executivo deu uma entrevista ao canal IGN que está a causar alguma polémica. Isto porque, de acordo com o designer, o hardware para os PCs Gaming vai acabar por desaparecer no futuro. Nas palavras de Kojima:

Acredito que as plataformas de hardware de jogos acabarão por desaparecer e tudo será partilhável a qualquer hora, em qualquer lugar e com qualquer pessoa, em dispositivos como smartphones, tablets e PCs.

A minha preocupação, no entanto, é que o mundo se torne um tudo-em-um, onde o entretenimento chegará até nós “de cima”. Mesmo agora, os IAs recomendam o que acham que o utilizador vai gostar e acho que vamos acabar num lugar onde os vídeos individuais mudam com base em quem está a assistir.

Hideo Kojima

Esta é a primeira vez que alguém aborda esta possibilidade e a mesma poderá fazer sentido se pensarmos na quantidade de tecnologias e serviços onde a Inteligência Artificial está presente. Ou seja, há uma tendência para que tudo seja online, na nuvem, o que pode então diminuir gradualmente a necessidade do hardware como, por exemplo, as consolas.

Desta forma, estima-se que o futuro gaming passe por ter todos os dados na nuvem e os mesmos serão depois enviados para o nosso equipamento, tal como já acontece com serviços de assinatura como o GeForce NOW da Nvidia.

Para além destas previsões, Kojima também falou sobre o seu novo projeto, onde conta com a parceria com a Microsoft. Pode ver a entrevista completa aqui.

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Comentários

13

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  1. Avatar de Isso
    Isso

    “PCs Gaming” e “Hardware Gaming” não faz sentido essa designação comercial, porque como eu muitos, usam esse hardware para trabalho. Faz me lembar a designação dos automóveis, como por exemplo “comercial” existindo carros de 2 lugares a ser usados para não comércio, “citadinos” usados por familias e “Famíliares” usados por empresas para comércio em cidades… LOL que confusão que as revistas fazem para distinguir o + rentavel por o – rentavel…

    1. Avatar de windows
      windows

      Pois é amigo, faz todo o sentido ao contrário do que pensa, pois passar a ter um dispositivo em que para trabalhar ou jogar sem ter necessidade de ter uma maquina que necessita constantemente de upgrades para acompanhar a novas exigências, cada vez mais está a ir nesse sentido, trabalhar tudo online em clowd, já existe muita coisa a operar assim, o único snão é largura de banda na web disponível, quando isso deixar de ser um problema, pode ter a certeza que vamos deixar de ter necessidade de ter pc’s avantajados para executar as tarefas nos dias de hoje.

      1. Avatar de Nuno
        Nuno

        Tenho Jogado Cyberpunk no NForce Now em ultra… e não tenho quebras no PC…Infelizmente a Bosta das Tvs comuns não tem ethernet gigabit… mas ainda tenho de experimentar a solução de ethernet por usb.

  2. Avatar de Pintor
    Pintor

    Fica mais barato que actualizar a máquina de três em três anos e trocar de x em x tempo.

    1. Avatar de Nuno
      Nuno

      Mais barato, mais rápido, não ocupa espaço em disco, tem as actualizações imediatas…

  3. Avatar de Pai Natal
    Pai Natal

    “afirmou que o hardware para PCs Gaming vai desaparecer no futuro.”

    Que sorte a nossa! Não vai desaparecer no passado.

    Que o pai natal te traga algum jeitinho e finalmente possas aprender a diferença entre multa e coima.

    1. Avatar de piopio
      piopio

      Atão cumpradri, diga lá! Estou ansioso por saber.

  4. Avatar de Samuel MG
    Samuel MG

    Mesmo com jogos na nuvem vai sempre necessário ter o hardware para jogar. Eu já joguei um mmorpg que corre na nuvem e foi necessário que o hardware consiga correr o jogo senão não podia jogar.

    1. Avatar de windows
      windows

      Não é a mesma coisa, no Futuro vais apenas precisar de um mero dispositivo banal e jogar ou trabalhar em qualquer outro programa sem ter necessidade de ter um pc xpto a cumprir requisitos como acontece nos dias de hoje, será tudo online, no entanto, o problema neste momento é que as larguras de banda da internet ainda não se consegue fazer isso, quando todos tivermos ligações acima de 10Gb em casa e na rua, pode ser que isto venha a ser uma realidade.

    2. Avatar de Nuno
      Nuno

      Jogo Cyberpunk com tudo no máximo num PC de trampa… Nforce Now…

  5. Avatar de António Toscano
    António Toscano

    Nunca vai acontecer, se eu vou à pirataria, nunca vou jogar no jogos por cloud qualquer forma

  6. Avatar de Nunes
    Nunes

    Não vai desaparecer. No meu local de trabalho utilizo um PC com hardware robusto incluindo placa gráfica, aquilo a que agora dão o nome de PC GAMING. Utilizo por necessidade.
    No meu domicílio tenho um idêntico ainda mais robusto para continuar o trabalho e obviamente jogar. E nunca utilizo nuvens e essas coisas.
    Sou um tipo mesmo da velha guarda do tempo de comprar a revista mensal com o cd de oferta.
    Jogo desde 1995.

    1. Avatar de PeFerreira
      PeFerreira

      Já não digo nada… desde que a Microsoft apresentou Visual Studio Online e o GitHub codespace com o Copilot, até para programar nem precisamos de uma máquina toda xpto…
      É uma questão de vontade e tempo até a Adobe e a Autodesk também começarem a ‘cloudificar’ os seus serviços.