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realme Flash: o primeiro smartphone Android com carregamento magnético sem fios

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A Apple lançou o iPhone 12 com uma novidade importante que fez agitar uma vez mais o mercado dos smartphones. A sua tecnologia de carregamento MagSafe foi implementada na linha de smartphones com recurso a um sistema de ímanes oferecendo ainda mais versatilidade aos utilizadores. As intenções da Realme em oferecer um carregador do tipo MagSafe já eram conhecidas e agora a ideia parece estar prestes a concretizar-se.

O realme Flash é o “primeiro smartphone Android com carregamento magnético sem fios”.


O carregador MagDart

Os rumores já circulam pela internet há alguns dias. A Realme parece estar empenhada em oferecer aos seus fãs tecnologias ao estilo daquilo que a Apple oferece com o seu MagSafe.

MagDart foi a primeira referência a surgir nesse sentido. Um pedido de certificação submetido à entidade europeia de propriedade intelectual, a EUIPO, dava conta de um produto apelidado de MagDart, inserido na categoria de produtos de “base para carreamento sem fios”.

Ontem mesmo o site GSMArena avançou com um artigo com informação exclusiva onde mostrava a pretensão da Realme para um novo lançamento. Nesta publicação era então revelado um smartphone “realme Flash”.

realme Flash, o primeiro smartphone Android com carregamento magnético sem fios

Ora, depois destas informações, a empresa do grupo da OPPO utilizou as suas redes sociais para fazer o anúncio oficial do que estará a preparar. Em breve, o realme Flash chegará ao mercado como o primeiro smartphone Android com carregamento magnético sem fios.

Podemos pensar neste lançamento como uma clara inspiração naquilo que a Apple apresentou com a sua linha iPhone 12, ainda que faltem várias informações oficiais relacionadas com os pormenores desta tecnologia.

A partilha feita pela Realme parece assim confirmar a informação partilhada anteriormente, inclusivamente o suposto design do smartphone parece bater certo com as imagens divulgadas.

Neste design vemos um módulo de três câmaras traseiras, com uma delas em destaque com um sensor maior. Na frente, vemos um ecrã com extremidades curvas e uma câmara embutida no ecrã. Há ainda informação mais específica que diz que o smartphone terá um SoC Snapdragon 888 e 12 GB de RAM, com Android 11 e Realme UI 2.0, terá ainda 256 GB de armazenamento.

Quanto ao carregador MagDart é avançado que terá mais do que 15W (podendo mesmo ser o carregador mais rápido do género). Terá uma porta USB Tipo-C e ficará ligado ao smartphone na capa traseira, tal como a imagem acima sugere.

A Realme não deixará por mãos alheias a partilha de mais informação, por isso, nos próximos dias devermos ver mais informação oficial relacionada com o novo smartphone nas redes sociais da empresa.

Leia ainda:

Análise: Bateria Apple MagSafe… será que vale a pena pagar 109 euros?

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Comentários

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  1. Avatar de qweqwi
    qweqwi

    Ja nao bastou todas as marcas copiarem a Apple com os airpods, agora vao todas a copiar o magsafe. Que falta de originalidade dos chineses

    1. Avatar de Douglas Charles Cunha
      Douglas Charles Cunha

      Motorola mandou um abraço à Apple que se inspirou na linha Moto Z.

    2. Avatar de Leonel Matos
      Leonel Matos

      O copiarem o que a Apple ainda disponibiliza nos iPhones não pode ser assim tão mau. Pior é copiarem o que a mesma já não disponibiliza ou pior o preço

  2. Avatar de Douglas Charles Cunha
    Douglas Charles Cunha

    Lembrando que a Apple se inspirou, em partes, na linha Moto Z.

    1. Avatar de Estradiol
      Estradiol

      Para benefício dos consumidores (e das marcas) todas as empresas “inspiram-se” uma nas outras e é bom porque normalmente adicionam o que há de bom ou bonito e até chegam a melhorar.

      Agora as empresas chinesas (há exceções claro) não funcionam em simbiose, são antes parasitas: copiam ou roubam de outras e vendem mais barato.

      Em suma:
      – as empresas e navios chineses (e russos e indianos) são dos mais poluentes do mundo; só a poluição gerada por estes ultrapassa o resto do mundo todo junto. Logo comprando e produzindo a estes países estamos a fomentar uma poluição extrema;

      – ao comprar / produzir nestes países levamos a que as empresas europeias fechem ou despeçam os trabalhadores, logo poder de compra e salários baixíssimos (Portugal por exemplo). Desde que a maior parte das empresas produzem na China, temos dos maiores desempregos de sempre (na Europa). Daqui a uns anos somos todos ou YouTubers ou trabalhamos no turismo…

      – os chineses passam a ter um poder de compra altíssimo (os donos das empresas), logo compram tudo na Europa e passam a explorar os europeus (rendas altas, casas caríssimas, etc)

      Resumo: comprem roupinha e aparelhos feitos na China e daqui a uns anos não têm é dinheiro para nada…

      Eu roupa, calçado e comida só produzida em Portugal ou Espanha; (sabiam que muito alho vendido na Europa é transgénico chinês?); dispositivos electrónicos tento ao máximo que seja europeu, americano ou japonês/Sul coreano.

      Se fizerem a vossa parte e reclamarem às empresas que não querem nada chinês ou indiano ou paquistanês, fomentam o emprego e fábricas europeias.

      1. Avatar de Douglas Charles Cunha
        Douglas Charles Cunha

        O primeiro parágrafo foi bom, mas desandou no resto.

      2. Avatar de lapisazul
        lapisazul

        Parabéns… Passa no bar para receberes a tua sandes de torresmos e um sumol.

      3. Avatar de Dedo do Meio
        Dedo do Meio

        Chama-se economia global.
        Nunca a Técnica pela Técnica, mas sempre a Técnica pelos Custos.

  3. Avatar de lapisazul
    lapisazul

    Ah… Afinal são os outros a copiar. Tá certo. A falta de imaginação para os títulos sempre a vangloriar a Apple é gritante, especialmente quando não inventaram nada.

  4. Avatar de Manuel Augusto
    Manuel Augusto

    Primero? E o carregamento QI que já existe em dezenas de aparelhos há anos, não é magnético é o quê?