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O que faz do MEO Marés Vivas um dos festivais mais tecnologicamente avançados do país?

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Vila Nova de Gaia volta a acolher o MEO Marés Vivas, um dos maiores festivais de música do norte do país, já nos próximos dias 18 a 20 de julho. O que faz deste um dos festivais mais tecnologicamente avançados do país?

Wi-Fi gratuita no recinto do MEO Marés Vivas


Pelo 13.º ano consecutivo, o MEO assume-se como naming sponsor e parceiro estratégico do Marés Vivas, que celebra este ano a sua 17.ª edição.

Enquanto agente ativo na transformação da experiência dos festivaleiros, o MEO reafirma o seu compromisso com a cultura, a inovação tecnológica e com a inclusão e a sustentabilidade.

 

Conectividade total: tecnologia ao serviço da experiência

Com uma infraestrutura de rede de última geração, o MEO garante, em todo o recinto do antigo Parque de Campismo da Madalena, cobertura integral de:

  • Fibra ótica;
  • Wi-Fi;
  • Comunicações móveis (2G, 4G e 5G).

A edição de 2025 contará com cerca de 6 km de fibra instalada, permitindo transmissões em direto, acesso digital e suporte a parceiros, media e serviços de emergência.

A instalação de 150 dispositivos de rede e de uma estação móvel dedicada assegura uma experiência de conectividade de excelência, posicionando o MEO Marés Vivas como um dos festivais tecnologicamente mais avançados do país.

Além disso, os festivaleiros terão à sua disposição zonas de carregamento e Brick Stations para aluguer de power banks.

 

Festival para todos: acessibilidade e inclusão como prioridade

Sob o mote “Música com Sentido”, o MEO tem liderado uma nova abordagem à inclusão nos festivais portugueses, tornando o MEO Marés Vivas num verdadeiro exemplo de acessibilidade, respeito pela diversidade e inovação social.

Em 2025, em parceria com a Access Lab, o festival será novamente palco de iniciativas que permitem que qualquer pessoa, independentemente das suas capacidades físicas, sensoriais ou cognitivas, possa viver a música em pleno:

  • Coletes sensoriais e intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para pessoas surdas;
  • Salas de pausa e kits sensoriais, para pessoas neurodivergentes, com espaços de regulação sensorial;
  • Plataformas adaptadas, casas de banho acessíveis e balcões rebaixados em serviços-chave;
  • Sinalética inclusiva para facilitar a orientação no recinto;
  • Distribuição gratuita de cadeiras de rodas e propulsores elétricos, disponíveis num stand dedicado;
  • Guias visuais do evento, com informação antecipada sobre o recinto, pensados para maior previsibilidade e conforto.

Também nesta edição, a Fundação MEO reforça o seu papel enquanto agente de transformação social, através de ações com impacto concreto no terreno.

A integração de promotoras com deficiência nas equipas do festival simboliza uma mudança estrutural na forma como a inclusão é encarada: não apenas como uma preocupação com o público, mas como um compromisso com a diversidade do staff.

MEO Marés Vivas

Adicionalmente, a Fundação MEO volta a implementar a iniciativa “Estou Aqui! Crianças”, em parceria com a PSP, contribuindo para que o MEO Marés Vivas seja cada vez mais um festival amigo das famílias, seguro e acolhedor.

Esta ação junta-se à instalação de dispensadores de protetor solar no recinto – uma medida simples, mas essencial para o bem-estar dos participantes, reforçando o compromisso com a saúde pública em contexto de grande afluência ao ar livre.

 

Cartaz em cinco palcos

O festival contará com cinco palcos, três dos quais integrados no ecossistema de marcas do universo MEO (Palco MEO, Palco MOCHE e Palco SAPO Comédia), além dos Palcos Coca-Cola e Samba.

Artistas como Scorpions, Thirty Seconds to Mars, Ozuna, Xutos & Pontapés e Pedro Sampaio prometem três dias inesquecíveis de música e entretenimento.

Autor: Ana Sofia Neto
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Comentários

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  1. Avatar de Zé Fonseca A.
    Zé Fonseca A.

    Ou seja, basicamente tudo para que possam suportar a criançada com telemóveis

  2. Avatar de V@
    V@

    Temos de pensar positivamente. Essa água não desaparece do ciclo natural. Parte dela depois de refrigerar os datacenters é devolvida á natureza sob a forma de vapor de água que condensa e depois irá criar chuvas, talvez noutros pontos do planeta menos favorecidos.