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Tutorial Node.js: Como usar o engine EJS no seu projeto?

7 Comentários

O Node.js é uma das linguagens de programação mais versáteis da atualidade. Com a possibilidade de adicionar pacotes (packages), facilmente construímos aplicações e serviços poderosos. O Node.js é um interpretador de código JavaScript que funciona do lado do servidor.

Aprenda hoje como pode usar o engine EJS no seu projeto.

Tutorial Node.js: Como usar o engine EJS?


O que é o engine EJS?

Chama-se Embedded JavaScript templating (EJS) e é uma linguagem de modelagem simples que permite gerar marcação HTML com JavaScript simples. Como principais características, destaque para:

  • Uso de JavaScript
  • Simples para desenvolver aplicações/serviços
  • Muito fácil de fazer debugging
  • Sintaxe simples
  • Enorme comunidade que ajudam no desenvolvimento e utilização do EJS

Toda a informação sobre o EJS pode ser consultada aqui.

 

Como usar o engine EJS com o nodeJS?

A primeira coisa que devemos fazer é instalar o EJS. Para tal basta ir ao terminal e executar o seguinte comando:

npm install ejs -save

Com o EJS em vez de termos todo o código misturado num único ficheiro e toda a estrutura num único diretório, passamos a ter o nosso projeto melhor organizado.

Depois de executarmos o comando npm init, para iniciar o nosso projeto, iniciamos a programação do mesmo.

Para isso, dentro do nosso ficheiro app.js começamos por invocar o pacote express e depois definimos como “view engine” o ejs.

app.set(‘view engine’, ‘ejs’)

Como se pode ver pela programação seguinte, todo o nosso código passa a estar melhor organizado. Por exemplo, quando o cliente solicitar um pedido da página principal, a aplicação devolve a página que está em /home/index.

Nota: Na resposta usamos agora o método render, para fazer a “renderização” dá página HTML solicitada.

Não é preciso indicar a extensão (ejs), isto porque já definimos no nosso código que o view engine é ejs. De referir que o ficheiro /home/index.ejs deve ter a extensão .ejs.

Outro exemplo. Se o cliente solicitar a página de registo, a nossa aplicação faz a renderização da página /registo/form_registo e envia resultado para o cliente.

Depois de realizar toda a programação necessária, como foi apresentada aqui neste tutorial, basta executar a aplicação usando o comando node app.js e verificar se está tudo a funcionar.

Leia também…

Tutorial Node.js: Saiba como usar a framework Express

Autor: Pedro Pinto
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Comentários

7

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  1. Avatar de Miguel
    Miguel

    Bom tutorial, mas pouco ou nada explicam sobre o EJS. Poderiam introduzir a principal finalidade, que permite tornar as páginas dinâmicas no que toca a visualização de dados enviados do servidor, nomeadamente, enviar uma array para o lado do Cliente e listar os dados do mesmo. Um artigo assim, apenas para servir páginas estáticas, dá a entender que utilizar o EJS é a mesma coisa que usar páginas “standard” html.

  2. Avatar de Nunof
    Nunof

    Mas o Node.js já é uma linguagem de programação? Não deveria ser designada como framrwork, por exemplo?

    1. Avatar de Miguel
      Miguel

      Realmente, este tutorial foi um pouco mal desenvolvido. Penso que nessa parte foi apenas uma gafe, visto que o NodeJS é uma Framework para ser usada com a Linguagem JavaScript.

    2. Avatar de Nuno
      Nuno

      Node não é uma framework. Node é uma linguagem de programação (JS neste caso) a correr do lado do servidor. Um exemplo de uma framework é a Express.

      1. Avatar de dc
        dc

        Não, Nodejs não é uma linguagem de programação. A página oficial descreve da seguinte forma “Node.js® is a JavaScript runtime built on Chrome’s V8 JavaScript engine.”. A linguagem de programação utilizada é JavaScript, e é executado sobre o V8.

      2. Avatar de Nuno
        Nuno

        O Node especificamente é um ambiente run-time implementado no V8, a linguagem é JS como eu disse. De qualquer forma, não pode ser considerada uma framework.

  3. Avatar de dc
    dc

    Este é o 3º tutorial que vejo de NodeJS onde continuam a utilizar “var”. Em todos, há comentários a apontar essa falha, e mesmo assim continua igual. Por favor mudem isso, não vá alguém começar a usar “var” a pensar que está certo. Continuação de bom trabalho